O que é?
Sistema de controle de versão distribuído, usado para registrar mudanças em arquivos e permitir colaboração entre vários pesquisadores.
2.1 Git
Por que usar?
Histórico completo de alterações em projetos.
Trabalho colaborativo com branches e merge.
Base para ciência aberta e reprodutibilidade.
Integra-se ao GitHub, GitLab e outros repositórios.
2.1 Git
Leitura recomendada
Eric Brasil, “Git como ferramenta metodológica em projetos de História (parte 1)”, Programming Historian em português, 3 (2023). https://doi.org/10.46430/phpt0045
2.1 Git
Comandos básicos:
git init # Inicia um repositório Gitgit add <arquivo># Adiciona arquivo(s) para o próximo commitgit commit # Salva mudanças no repositóriogit push # Envia mudanças para o repositório remotogit pull # Atualiza o repositório local com mudanças remotasgit status # Verifica o estado dos arquivosgit log # Mostra o histórico de commits
O que é?
Plataforma aberta para gestão, colaboração e transparência em projetos científicos, mantida pelo Center for Open Science.
2.4 OSF (Open Science Framework)
Por que usar?
Organiza projetos de pesquisa em um único espaço (dados, códigos, textos).
Oferece armazenamento gratuito na nuvem.
Permite colaboração aberta ou restrita entre equipes.
Integra com GitHub, Google Drive, Dropbox e outros serviços.
3. Visualização de dados e redes
Visualizar dados é transformar tabelas, números e relações em gráficos, mapas e redes.
Torna padrões e conexões mais visíveis e compreensíveis.
Ferramentas como Gephi e QGIS permitem explorar desde redes sociais históricas até mapas interativos.
Recurso essencial para pesquisa em História Digital e Humanidades Digitais.
3.1 Gephi
O que é?
Software livre para análise e visualização de redes (sociais, históricas, bibliográficas etc.).
Muito usado em Humanidades Digitais para mapear conexões entre pessoas, lugares, ideias e documentos.
3.1 Gephi
Por que usar?
Explorar estruturas e padrões em grandes conjuntos de dados relacionais.
Criar mapas de redes interativos e publicáveis.
Aplicar métricas de análise de redes (centralidade, modularidade, comunidades).
Usado em áreas como História, Sociologia, Ciência da Informação e Comunicação.
Jim Clifford, Josh MacFadyen, e Daniel Macfarlane, “Instalando o QGIS e adicionando camadas”, traduzido por Luanna Kaori, Programming Historian em português 5 (2025), DOI.
Justin Colson, “Geocodificando Dados Históricos com o QGIS”, traduzido por Luanna Kaori, Programming Historian em português 5 (2025), DOI.
Jim Clifford, Josh MacFadyen, e Daniel Macfarlane, “Georreferenciamento com o QGIS 3.20”, traduzido por Ângela Pité, Programming Historian em português 3 (2023), DOI.
4. Análise de textos
Analisar textos digitalmente permite identificar padrões, frequências e relações que seriam difíceis de perceber manualmente.
Usadas em História Digital para mapear discursos, vocabulários, temas e narrativas.
Facilitam tanto análises quantitativas (palavras, ocorrências) quanto qualitativas (contextos e significados).
4.1 Voyant Tools
O que é?
Plataforma online e gratuita para análise textual exploratória.
Permite visualizar padrões em grandes corpora de texto de forma interativa.
4.1 Voyant Tools
Por que usar?
Gera nuvens de palavras, gráficos de frequência e concordâncias.
Permite análises quantitativas rápidas em textos históricos.
Visualização interativa de vocabulário e relações semânticas.
Não exige instalação → roda direto no navegador.
4.1 Voyant Tools
Silvia Gutiérrez De la Torre, “Corpus Analysis with Voyant Tools,” translated by Eime Javier Cisneros Brito and Alberto Santiago Martínez, Programming Historian 14 (2025), https://doi.org/10.46430/phen0128.
4.2 AntConc
O que é?
Software gratuito e multiplataforma para análise linguística de corpora textuais.
Criado por Laurence Anthony, é bastante usado em pesquisas acadêmicas.
4.2 AntConc
Por que usar?
Buscar palavras-chave e suas ocorrências em contexto.
Gerar listas de frequência e concordâncias.
Explorar colocações e padrões de coocorrência.
Útil para análise de discursos históricos, literatura e documentos oficiais.
Interface simples, mas poderosa para análises quantitativas de texto.
O que é?
Ferramenta gratuita e de código aberto para limpeza, transformação e organização de dados.
Muito usada para preparar bases textuais ou tabulares antes da análise.
4.3 OpenRefine
Por que usar?
Corrigir inconsistências em grandes conjuntos de dados (ex.: nomes duplicados, grafias diferentes).
Transformar e padronizar dados rapidamente.
Trabalhar com formatos variados (CSV, TSV, JSON, XML).
Recurso de clustering para identificar variações e duplicatas.
Seth van Hooland, Ruben Verborgh, e Max De Wilde, “Limpar dados com o OpenRefine”, traduzido por Francisco Nabais, Programming Historian em português 3 (2023), https://doi.org/10.46430/phpt0038.
Evan Peter Williamson, “Fetching and Parsing Data from the Web with OpenRefine,” Programming Historian 6 (2017), https://doi.org/10.46430/phen0065.
5. Edição e produção multimídia
Ferramentas para trabalhar com áudio e vídeo em projetos de pesquisa, ensino e divulgação científica.
5.1 Audacity
O que é?
Editor de áudio gratuito e multiplataforma.